Autora: Talita Evans | Beta: Lu Guimarães

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| Prólogo | Capítulo 1

Prólogo

- , eu não posso mais esperar – se ajoelhou em frente a mim, seus olhos me encaravam com um brilho tão bonito... – Quero você ao meu lado pra sempre! – A essa altura a música já havia parado, os casais da pista de dança fizeram um círculo em volta de nós, holofotes estavam em nossos rostos, sentia que todos do salão nos olhavam. – Deus não podia ter reservado outra mulher para mim, senão você.

- ... Por favor, eu... – Precisava sair daquela situação, aquela vida não era minha, sentia-me a Paulina Fernandes, passando-se por Paola Bracho em a Usurpadora, seria cômico, se não fosse trágico.

Ele colocou o dedo indicador de sua mão direita delicadamente sobre os meus lábios, calando-me. havia planejado tudo, estava perplexa.

- Você é incrível, e eu te amo cada dia mais por isso! – ele retirou do bolso de sua calça social com as mãos extremamente trêmulas um anel. Meu Deus, aquele não era um simples anel, era o anel. Era tão brilhante, que chegava a doer só de olhar... Seria um diamante? Eu não saberia dizer, mas a única certeza que tinha era que aquele objeto valia muito! – Você aceita se casar comigo?

O que eu temia aconteceu, havia me pedido em casamento. Ele me olhava com expectativa, queria que eu dissesse o tão esperado sim, sentia o olhar de todos em mim. Céus, e agora? Eu queria sumir, minhas mãos estavam geladas, eu estava suando frio e pelo jeito preocupado que me olhava naquele momento, eu estava pálida.

- ACEITA! – Para piorar ainda mais minha situação, ouvi um grito de uma mulher no do fundo do salão. – ACEITA, ACEITA! - Começou puxando o coro, enquanto batia palmas – ACEITA! – Quando percebi várias pessoas a acompanhavam, e como mágica aquele salão inteiro gritava aquela bendita palavra. Eu não estava bem. Que sensação estranha era aquela?

- ? – Minha boca estava extremamente seca, tentava falar, mas nada saia, senti minhas vistas escurecendo, estava extremamente fraca, não conseguia ter controle sobre mim. Meu corpo estava indo a caminho do chão, quando mãos fortes me ampararam daquela queda iminente. A última coisa que pensei antes de perder a consciência era que eu estava extremamente ferrada.

MINHA NADA MOLE VIDA

DOIS MESES ANTES...

Eu realmente precisava de um descanso, trabalhar e depois ir para o cursinho não era uma tarefa fácil, queria ver quando ingressasse em uma universidade, com toda a certeza as coisas piorariam. O estranho daquele dia era que eu havia acordado sozinha, sem o meu despertador.

Espreguicei-me levemente e decidi me levantar. Fui descalça mesmo para a cozinha, - que minha mãe nunca visse essa cena – dei uma olhada pelo armário, mas percebi que não tinha cereal, abri a geladeira e vi que a situação estava bem precária também, precisava fazer compras com urgência. Que horas seriam? Fui em busca do meu celular na cama, ele estava desligado, provavelmente a bateria tinha acabado, peguei o carregador, e o conectei a tomada, o liguei e tive uma baita surpresa, não eram 07h30min como eu costumava acordar e sim 12h00min! Santo Deus, eu estava muito ferrada!

Corri para o meu quarto, vesti rapidamente meu uniforme do trabalho, que consistia em uma blusa preta com o logotipo da cafeteria do lado direito, e a calça bailarina também preta, e uma sapatilha da mesma cor. Peguei um chiclete e sai de casa, fiz um rabo de cavalo em meu cabelo enquanto corria feito louca, não queria nem me olhar no espelho naquele momento.

Meu Deus, dessa vez eu havia extrapolado, quatro horas de atraso! Dei sorte que o ônibus estava chegando ao ponto e embarquei. Tateei meu bolso em busca de meu celular para escutar música, mas vi que havia esquecido em casa, que saco, só para piorar minha situação!

Cheguei ao meu trabalho, tentei não fazer alarde, então peguei meu avental e o coloquei.

- !!! - Levei um baita susto, como imaginava o homem estava furioso. – Tira esse avental e vá embora!

- Seu Carlos, por favor, me perdoe, eu me atrasei porque aconteceu uns...

- Chega! Já estou de saco cheio de seus atrasos! Eu só tenho cara de idiota, mas eu não sou! – Abaixei a cabeça. Eu não atrasei porque eu quis, eu havia perdido a hora, estava extremamente cansada. As quartas feiras eram os piores dias da semana.

- Seu Carlos, eu preciso desse emprego, por favor! Preciso estudar – Lhe supliquei, era a mais pura verdade, sem trabalhar eu não conseguiria custear o cursinho e as despesas da quitinete. – Por favor, eu juro não atrasar mais!

- , estou farto! – A essa altura eu queria chorar. - Olhe bem pra mim... – Lhe olhei, suplicante - Mais um atraso e eu te demito. Estamos entendidos?

- Sim, me desculpe! – Sorri levemente, meus olhos marejados, que alívio. Graças a Deus!

- Agora vá atender aqueles clientes, antes que eu me arrependa.

- Deixa comigo, chefe. Mais uma vez obrigada. – Lhe sorri, sincera. Ele ignorou a última fala e foi para o caixa. Aproximei-me do casal, e os atendi.

***

Esgotada, era essa a palavra que me definia naquele momento, olhei no relógio, já era 17h30min, e nada dele. Desde que eu trabalhava lá eu havia conhecido um rapaz, chamava-se Gustavo, ele trabalhava em frente à cafeteria. Ele era extremamente simpático, sempre conversava comigo, e eu, como era extremamente carente, estava gostando dele e imaginando como seria a cerimônia de casamento e quantos filhos teríamos. Se eu estava criando expectativas? Calúnia.

Finalmente o avistei entrando no local. Senhor, ele era tão gato! Com certeza eu transaria com ele, sem pestanejar. Deixei a mochila no balcão e corri para atendê-lo. Ele era tão fofo...

- Oi, Gustavo, tudo bem? – Sorri, lhe passando o cardápio.

- ! Estou bem e você? – Maneei a cabeça positivamente. – Bom, hoje eu só quero um café bem forte e um misto quente.

- Certo, é pra já! – Preparei o lanche do meu crush rapidamente e levei para ele. – Prontinho, Gu!

- Valeu, ! – Ele sorriu, e uaau que sorriso! - Sei que seu expediente já está acabando, então senta aí. – Sem pensar duas vezes, me sentei ao seu lado. – Como anda o cursinho?

- Ah, tá bem... Acho que dou conta de passar em uma pública, se tudo der certo. – Lhe sorri envergonhada, ele me deixava sempre assim.

- ... - Ele parecia hesitar, eu o olhava curiosa. – Você é legal, e sei que não conhece ninguém e, eu pensei se você não...

- Eu quero. – Nem esperei ele terminar de falar, eu tinha um encontro, ai! Eu nem acredito! Ele riu, talvez porque eu não tenha nem esperado ele terminar de falar para respondê-lo.

- Hoje às 22h00min, na estação do metrô, ok?

- Tudo bem, muito obrigada pelo convite, sério! Não conheço ninguém aqui nessa cidade, estou bem feliz! – Era a mais pura verdade, tinha largado tudo para trás, minha família, meus amigos para vir para a capital, já que minha cidade não tinha faculdade e conseguir entrar numa universidade pública era meu sonho.

- Eu sei a barra que você passa todos os dias. – Ele acariciou minha mão, senti a região formigar. – Te vejo mais tarde. – Levantou-se e deu um beijo na minha bochecha, e encaminhou-se ao caixa, pagou e foi embora do local. Isso só pode ser um sonho. Não sei por quanto tempo fiquei sentada naquela cadeira pensando nele.

- ! – Tinha que ser meu chefe pra estragar meu momento. – VEM AQUI AGORA! – Levantei em um pulo, não podia vacilar com ele.

- Oi, chefinho! – Lhe sorri da forma mais ingênua possível.

- Você tem chegado atrasada todos os dias e hoje você extrapolou tudo com quase quatro horas de atraso, e ainda por cima senta-se à mesa com os clientes em horário de expediente? – Ele estava vermelho, para quê todo aquele estresse? Não tinha mais ninguém na cafeteria.

- Eu sentei porque eu percebi que não tinha ninguém na cafeteria, e meu expediente já estava acabando. Não pensei que isso fosse aborrecê-lo.

- Aborreceu! – Ele suspirou fundo - Minha paciência se foi com você! Amanhã você venha após às 12h00min para eu acertar suas contas.

- Não faça isso, por favor, seu Carlos! Eu não fiz por mal, eu...

- Chega, ! Não dá, você não tem responsabilidades, todos os dias você se atrasa, não tem maturidade. – Eu já chorava há essa altura, eu não queria, mas as lágrimas simplesmente desciam – Olha, você é uma boa pessoa, vai encontrar outra coisa. – Não queria o consolo dele, queria meu emprego de volta. Irritei-me, limpei minhas lágrimas, taquei o avental em suas mãos, peguei minha mochila e me mandei. Eu tinha meu orgulho, não ia ficar implorando. Foda-se aquele velho rabugento!

Não, eu estava muito ferrada, quero chorar. Não, para com isso, ! Foca no Gustavo... Eu tinha um encontro com ele. Pensaria no que faria amanhã, sem sofrer por antecedência.

Cheguei ao cursinho, hoje as aulas eram de exatas, para minha sorte, já que meu problema era humanas, ufa! Juro que estava tentando prestar atenção na aula, mas estava impossível, tantas coisas passavam pela minha cabeça... Por um lado estava preocupada, como eu faria para arrumar um novo emprego? E, eu disse que não pensaria nisso, mas era impossível, meu cursinho dependia disso. Por outro lado, estava muito ansiosa para encontrar Gustavo. Olhava aquele relógio de cinco em cinco minutos, parecia que ele nunca chegaria ao nove, eu queria sair logo dali.

***

Finalmente tinha dado o horário para encontrar Gustavo, guardei meus pertences correndo, e sai do cursinho sem olhar para trás. Rapidamente cheguei ao metrô e o avistei com mais um rapaz. Cada vez que me aproximava, meu coração batia mais forte. Ele me viu e sorriu ternamente para mim, e acenou para chamar minha atenção. Sem pestanejar, andei depressa para encontrá-lo.

- Oi, Gustavo! – Lhe sorri ternamente, ele me abraçou fortemente e seu perfume havia ficado em minha roupa. Que cheiro bom! Não lavaria aquela roupa nunca.

- Quero que conheça o Bruno, meu namorado. Bruno, essa é a , a garota que eu falei pra você. – Ele sorriu abertamente. Não, eu não tinha escutado bem, não podia ser.

- Oi, – O garoto falou. Nãoooo, para o mundo que eu quero descer.

- Seu o quê? – Sussurrei, se ele não estivesse bem perto, com toda certeza não me escutaria.

- Meu namorado, ! – Gu me olhou com uma cara estranha, com toda certeza minha face deveria estar uma droga. Eu crusheava um cara gay. Como eu não percebi que ele era gay? Respira, , e disfarça essa cara, imbecil! Bruno me olhava preocupado. Fala alguma coisa, idiota. Eu me xingava mentalmente.

- Hum... Certo... Prazer! – Consegui dizer com um fio de voz.

- O prazer é todo meu. – O namorado de Gustavo respondeu. Deus, namorado! Quero chorar.

- . – Gustavo chamou a minha atenção. – Você está bem? Está com uma cara bem estranha. – Minha mãe sempre me dizia que eu era bem transparente e que isso sempre me colocava em problemas. Pois é, mãe, você esta certíssima como sempre.

- É que eu... - Pensa, pensa. - É que eu... Hãn... tô com uma colicazinha chata, é só isso! – Sorri, sem humor. Eu queria correr dali o mais rápido.

- Gente, olha como esse céu tá perfeito. – O namorado do meu crush apontou pro céu e eu resolvi olhar, estava lindo mesmo, cheio de estrelas. O que era um milagre por aqui. Na minha cidade era comum, mas aqui na capital devido à poluição era bem difícil de ver esse tipo de coisa.

- Tá tão lindo que dá vontade de chorar. – Ri sem humor, eles concordaram rindo, achando que era uma piadinha. Não era.

- , pensei dá gente ir para um barzinho pra tomar uma breja e jogar conversa fora, o que acha? – Gustavo entrelaçou a mão com a de Bruno e lhe deu um selinho. Senti uma facada em meu peito. Não achei que vê-lo beijando alguém iria me doer tanto.

- Eu adoraria, mas a cólica está me pegando, não estou aguentando. Acho que vou pra casa, me desculpem. – Resolvi dar uma desculpa para ir embora.

- Poxa, não dá pra aguentar mesmo? – Bruno me perguntou - Está uma noite tão linda... – Ele era um fofo, e os dois faziam um casal tão lindo... Por que eu fui gostar do namorado dele? Eu precisava de um tempo.

- Pois é, ser mulher nessas horas é triste, mas curtam por mim. – Beijei o rosto dos dois, Gu me abraçou fortemente, e sussurrou no meu ouvido um “amanhã conversamos”.

- Melhoras, querida! – Bruno disse, sorri sem mostrar os dentes e sai, tudo o que eu queria era voar pra longe dali.

Embarquei no ônibus, e em quinze minutos tinha chegado a minha quitinete.

- Lar, doce lar! – Joguei as chaves na mesa e me joguei na cama. As lágrimas que eu tanto prendiam resolveram descer como cachoeira de meus olhos. Desempregada e desiludida. Chorava tanto que perdia o fôlego.

O que seria de mim sem emprego? Eu não podia pedir ajuda aos meus pais, tinha largado tudo e vindo pra cá contra a vontade deles, se eu pedisse ajuda, eles ordenariam que eu voltasse, sem pestanejar.

E pra ajudar, Gustavo namorava! Sem saber, ele acabou com o resto de felicidade que restava em mim. Eu queria apagar aquele dia da minha vida, aquilo só poderia ser um pesadelo. Ontem estava tudo tão bem... Resolvi tomar um banho, precisava disso com urgência. Fiquei mais tempo do que esperava lá, me enrolei na toalha e sai de lá, passe em frente ao espelho e me olhei, estava horrível. Coloquei a calcinha, uma blusa e um short e fui pra cozinha, olhei a geladeira e lembrei que não tinha nada. Que saco!

Peguei meu celular e utilizou o aplicativo Ifood e pedi temaki e rolinho primavera. Meu celular vibrou, era alguma notificação do Facebook ou do Whatsapp, lembrei que não via minhas redes sociais desde manhã. Respondi algumas pessoas no Whats e entrei no Face. Mandei felicitações de aniversário há duas pessoas e comecei a olhar o feed de notícias. Logo de inicio apareceu notificações da página do Mcfly resolvi ir visitá-la para me distrair, fazia tanto tempo que eu não via nada deles. Deparei-me com uma notícia de e sua nova namorada, cliquei para ler. Ri do título da manchete, essas meninas não tinha o que inventar:

Saiba um pouco mais sobre e , seu mais novo brinquedinho!*

Quem é ela?

(nascida em 04 de janeiro de 1992 em North Yorkshire, Inglaterra) Ganhou o Miss Inglaterra 2015 e a oportunidade de representar a Inglaterra no Miss Mundo 2016 concurso que se realizou em Sanya, China em 1 de dezembro daquele ano. Durante seu ano como Miss Inglaterra esteve disposta a ajudar a associação de surdos e instituições de caridade e câncer.

Sobre ela:

Ela tem um diploma de Anatomia e Fisiologia. Foi noticiado internacionalmente quando os representantes da comissão do concurso do Miss Inglaterra pediram a ela para "engordar" a fim de obter mais uma "figura feminina" e contribuir para a final da anorexia entre modelos.

Como supostamente a Miss England conheceu :

Vocês conhecem Laura Coleman? Pra você que não conhece eu dou uma explicação rápida. Laura foi namorada do nosso garanhão da madrugada e como se não bastasse ela foi eleita Miss England 2014. Sim, minhas lindas, se vocês usarem o raciocínio rápido vão chegar a tal conclusão: Laura além de ter adquirido uma bela gaia no seu relacionamento com Danny ela resolveu apresentar e unir a amiga (da onça) e seu ex boyfriend. Ok, que pessoa de bom coração essa Laura, que coisa linda de meu Deus, que orgulho que eu tenho de você, queridinha. Eu não seria tão idiota ao ponto, mais tudo bem não me chamo Laura, não fui Miss England e nem peguei o . SHIT essa ultima parte até que não seria uma má ideia.

Do boato a confirmação.

Começaram a surgir boatos no twitter, facebook e afins de que estaria de caso com uma suposta mulher. Não demorou muito pra descobrirem quem seria ela. E também não demorou muito para que o relacionamento fosse confirmado por ela mesma em seu Instagram.

E ai, meninas? Quanto tempo vocês acham que dura esse relacionamento? Façam suas apostas, garotas!

Li sobre aquela notícia e ri, as garotas eram fodas! A campainha tocou, minha comida havia chegado, paguei o entregador e voltei para minha cama. Enquanto comia olhava as fotos dos dois, cara eles eram tão lindos juntos, que casalzão era aquele? Que mulher maravilhosa! Queria tanto ser ela... Quase morri engasgada com o grito da minha vizinha falando que havia caído uma estrela cadente. Lembrei-me dos tempos que corria pra janela e desejava alguma coisa e sorri. Tempos bons aqueles.

Terminei de comer e decidi deixar a vida do e de sua namorada de lado e me encaminhei ao banheiro, escovei os dentes e me preparei para dormir, pois amanhã eu tinha que urgentemente procurar um novo emprego porque as contas iam chegar, e eu não estava disposta a engolir meu orgulho e pedir ajuda aos meus pais. Deixei o celular na mesinha e me arrumei na cama, minha mente estava fervendo em pensamentos, virei-me na cama e vencida pelo cansaço, eu dormi.

***

Senti a luz do sol invadir meus olhos, eu jurava que tinha fechado a janela antes de dormir, que droga! Mexi-me levemente na cama e senti dor, mas que dor era aquela no corpo? Parecia que eu tinha tomado uma surra, ou sei lá, que eu tivesse dançado a noite toda, eu não tinha feito nada demais ontem. Resolvi abrir meus olhos, e tomei um susto. Eu não reconhecia o quarto que eu estava, aquilo era muito luxuoso, lençóis brancos, cama de casal, eu estava nua, gente eu estava nua e...

- A bela adormecida resolveu acordar! Trouxe morangos pra você!

Ai, meu Deus, não pode ser... O que fazia naquele quarto, completamente nu, peladinho, como veio ao mundo, e com morangos nas mãos? Deus, o que estava acontecendo?


Continua...

*Algumas partes da notícia são verdadeiras, e utilizei como fonte o site Hospício do Mcfly.

Nota da autora:

Olá, galera! Primeira longfic, espero que gostem!

Adote uma ideia #72 [EC]

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